Poraí, versão relouín

Poraí

Foto de um muro com um graffiti. O desenho é do personagem Kaneda do mangá Akira, montado na moto vermelha futurista.
Foto da entrada de um supermercado. Na frente tem uma bicicleta estacionada, com uma caixa na parte traseira. Na caixa tem escrito a frase "a pobreza só existe porque tem gente lucrando com ela"

It goes by many names

Foto de vários brinquedos em cima de uma mesa, dentro de uma loja de presentes para turistas. Em destaque há vários "estilingues" e abaixo há uma lista com todos os diferentes nomes pelos quais se chama o estilingue: Estilingue, badoque, bodoque, badoge, atiradeira, baladeira, peteca, funda, sentra, seta. O preço é 15 reais.

Visto numa lojinha em Bichinho – MG.

Eu conhecia isso como “funda”, e a gente fazia com qualquer elástico. Quem tinha dinheiro fazia com borracha de aplicar soro, comprado na farmácia.

Voltando pra casa

Foto de um graffiti num muro, com as frases "por favor respeite a arte de rua!" e "proibido colar lamb". O desenho do graffiti é de uma caneca com um rosto sorridente, do artista "Cabeça de xícara"

Caturday 18 de maio

Joaquim de boa no tanque, junto com a plantinha que já tá durando um semana

(desculpa pela imagem sem descrição, não achei onde descrever no editor do wordpress)

Causo

Eu tenho um iPhone antigo, não sei se é o 6 ou 8, que uso como o celular do Pix. Ou seja, ele só fica em casa.
Há uns meses atrás coloquei um chip nele, pra fazer uns testes do meu trabalho.
Mas não cadastrei o novo número em nenhum lugar.

Nos primeiros dias recebi um monte de mensagens no zap dos contatos do antigo dono, que eu apenas ignorei. Nos próximos dias, começaram as chamadas de telemarketing, provavelmente da própria operadora.

Como é o telefone do pix, eu sempre prestava atenção nas notificações, mas quando percebi que era só spam da Tim, comecei a ignorar.

Um dia desses tava meio entediado e comecei a fuçar no celular. Descobri que nas opções de acessibilidade dá pra ajustar pra atender automaticamente as ligações, e sempre entrar em viva-voz. Deixei isso ativo.

Agora eu dou risada toda vez que o telefone toca e atende automaticamente, porque passo o dia todo ouvindo música, com ou sem o fone de ouvido. Quando tô sem o fone, eles devem ouvir uma barulheira porque sempre deixo o volume do aparelho de som alto. E quando tô com o fone, eles ficam com o silêncio ou o barulho ambiente do meu escritório.

Sinto pelas pessoas que precisam trabalhar com isso, mas não tenho mais paciência pra atender e dizer não, já que nunca vendem algo que eu queira comprar. E também dou o troco naquelas empresas que usam o maldito discador, e que acabam gerando aquelas chamadas silenciosas.