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Para gerar o boleto de pagamento do ITBI na cidade de São Paulo, precisa acessar e preencher o seguinte formulário:

https://www3.prefeitura.sp.gov.br/damsp_itbi/forms/frm_sql.aspx?Tipo=Sql

Se o imóvel não tem vaga, é só preencher normalmente o formulário com os dados solicitados.

O que complica é no caso do imóvel ter vaga de garagem, e essa vaga ter uma matrícula e IPTU diferentes do imóvel, o que foi o meu caso.

Quando isso acontece, é necessário fazer dois ITBI - um pro apartamento, e um pra vaga de garagem.

O que complica mais ainda é quando a vaga de garagem não é separada da garagem inteira - ou seja, o valor de mercado da sua vaga é, seilá, R$50.000,00, mas o valor do ITBI é baseado no valor venal, que no caso é de R$5.000.000,00 - sim, cinco milhões.

Nesse caso, primeiro tu preenche a guia do ITBI com os dados do apartamento, informa se teve financiamento, etc e tal. Só não esqueça que no campo Valor da Transação vai apenas o valor de compra do apartamento, e não o total (apartamento + vaga).

Segundo, precisa preencher o ITBI da vaga, e é aqui que complica um pouco.

  • No campo Valor da Transação, vai o valor pago pela vaga (ex.: 50.000,00)
  • No campo Tipo financiamento, não vai nada - a moça que me atendeu na Secretaria da Fazenda disse que não se deve informar nada aí, pois vaga não tem financiamento.
  • Agora, o pulo do gato: no campo "Está sendo transmitida a totalidade do imóvel", tu marca "não". Vai aparecer um campo pedindo a proporção transmitida. Esse campo deve ser preenchido com o valor da fração ideal da vaga, descrita na matrícula da vaga (aquele papel amarelo). No meu caso, era 0,19% (na matrícula, diz 0,1962, mas o formulário só aceita 2 casas decimais).

E é isso. Pague os dois boletos, e depois leve ao cartório.

 

Ao contrário do que eu tinha escrito, não é nada disso. Depois de esperar 5 dias, o cartório não aceitou o pagamento do ITBI, pois estava errado. Como o pessoal do cartório fez o novo cálculo, eu acabei sem saber qual a regra correta, mas a orientação deles é que se vá até a prefeitura, para obter o valor correto.

Ah, um detalhe: Pergunte antes no cartório se o boleto pode ser pago no caixa eletrônico. Quando estava na fila do Itaú pra pagar o boleto, a moça do caixa disse que no cartório que ela foi (se não me engano era o 15°), eles não aceitaram o comprovante emitido pelo caixa eletrônico. No meu caso (8° cartório), eles aceitaram normalmente.

Ah, outro detalhe: O horário do cartório é até as 17h, mas o atendimento para assuntos imobiliários é só até as 16h.

Ah, mais um último detalhe: Nós já tivemos um imóvel financiado pelo Minha Casa Minha Vida, que até já foi vendido. Mesmo assim, o cartório não aceitou a declaração de primeiro imóvel pelo SFH, e tivemos que pagar o valor integral, sem ter direito ao desconto de 50%.

Hoje, tentei pagar um boleto através do aplicativo do Itaú. Depois de digitar os números do boleto, logo após colocar a senha, aparecia a mensagem "erro na validação de campos".

Depois de revisar os números, revisar a senha, abrir e fechar o aplicativo, lembrei que entramos no horário de verão há alguns dias.

Desde que começou o horário de verão, precisei acertar manualmente a hora do celular, pois estava aparecendo o horário antigo. Daí configurei o celular pra usar a atualização automática, e não é que o negócio funcionou?

Provavelmente é algum erro de certificado, ou algo assim.

De vez em quando, eu pensava qual seria o motivo pelo qual alguém deixava de ser 'cabeludo'. Se a pessoa tinha enjoado, tinha deixado de gostar, se precisava manter o emprego, ou qualquer outra coisa.

No meu caso, foi porque a calvície estava avançando demais. Já estava mais feio do que legal.

Não lembro exatamente quando foi que parei de cortar, mas deve ter sido lá por 2004. Tirando aquele "ato de desespero" lá por 2007 ou 2008, onde cortei abaixo da altura dos ombros porque precisava arrumar um emprego, eu só vinha cortando as pontas.

 

E foi isso. Ainda não estou no modo Full-Satriani (o que acho que até seria legal), mas agora está mais curto do que já usei em toda minha vida

O lado bom de não conhecer muita gente é não ter que ficar dando muita explicação, mas o chato vai ser ver pessoas desconhecidas que já me viram cabeludo me olhando na rua.

 

Aí, quando as pessoas descobrem que a gente não acredita 'em nada', a primeira coisa que perguntam é "e aí, depois que morre, você acha que não acontece mais nada?", e a gente fica meio "é, acabou, acabou".

Mas pensando melhor, seria melhor devolver a pergunta:

"Como assim, e tu acredita na eternidade? é a eternidade, não são 10, 100 ou 1000 anos, é pra sempre. Pensa bem: depois de 'morto', não se tem mais um corpo físico, certo? Então não precisa comer. Se não precisa comer, não precisa trabalhar. Se ninguém trabalha, então não tem nada pra fazer - não tem televisão, não tem uma bola pra chutar, um livro pra ler, nem nada. Pensando nisso, tenta passar um fim de semana sem fazer absolutamente nada - nem dormir, porque se não se gasta energia, não precisa dormir. Agora, pensa que é isso, por anos e anos a fio, sem possibilidade de mudança. Tu não ia querer estar morto?"

Mas na verdade, não é que não acredito em nada. A única coisa que acredito é que ninguém sabe nada. E o que se sabe, está errado. Porque não tem jeito de se saber como é algo sem que ninguém tenha ido lá e voltado pra contar.

Semana passada, tinha faltado luz em casa, após eu sair do trabalho.

Depois de subir 12 andares à pé, fui pegar o telefone pra ligar pra minha esposa e avisar que estávamos sem luz em casa.

Tateando no escuro, fui procurar o telefone no lugar onde ele sempre fica, mas pra minha surpresa, não estava lá.

Depois de acender uma vela e mesmo assim não encontrar, decidi ligar do celular, para ver onde ia tocar. Acontece que ele estava no banheiro.

Minha reação foi "nossa, o que telefone está fazendo no banheiro?", mas tudo bem.

Depois de usar o telefone, devolvi no lugar de costume.

2 minutos depois de entrar no banho, o telefone toca, e eu preciso sair do chuveiro, todo cheio de sabão, pra atender. Nessa hora eu percebi que o lugar do telefone deveria ser no banheiro mesmo.

Fui na farmácia comprar remédio pra dor de cabeça, e pra dor no corpo.

Achei um pra dor de cabeça + febre, e outro pra dor muscular.

A auto-medicação é difícil.

Existem n motivos para um programador fazer um site pessoal.

Vou listar aqui abaixo, em ordem inversa de importância:

  • ter um portifólio;
  • já fiz uns quantos, mas nunca pra mim;
  • aprender coisas novas, no caso, symfony e php7;
  • usar coisas que não uso normalmente no trabalho, no caso, symfony e php7;
  • colocar em prática ideias malucas;
  • ter um lugar pra salvar scripts que uso frequentemente;
  • eu tava com tempo livre;
  • a Vanessa mandou.