Categoria: A-proposito

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Quando comecei a pensar em que tipo de site eu queria fazer, a primeira coisa que me veio na cabeça foi fazer algo simples.

Eu não queria fazer aqueles sites cheios de elementos e banners e imagens e movimentos e o escambau.

Primeiro, porque sou programador e não designer, e segundo, porque esses sites ficam pesados e horríveis de ler em um celular ou qualquer coisa com tela pequena e pouca memória. Quem lê (ou ao menos tenta) o site G1 sabe do que tô falando.

Mas aí chegou na hora de fazer a parte de comentários, afinal, o que é um site/blog sem comentários?

Aí começa aquela história: se for deixar os comentários livres, sem login, vem um monte de spam; se não for, precisa criar o sistema de login, reenvio de senha, aquela porcaria toda.

Pra economizar tempo e saco, decidi usar o Disqus. Só que ele é em Javascript, o que já começa a fugir da ideia inicial do site - ser o mais simples possível.

Mas seilá. Por enquanto vai ficar assim mesmo.


Fico bobo quando vejo alguém que sabe dirigir bem, trocando de marcha. A gente percebe que mudou algo mas não sabe bem o quê, e as coisas começam a andar mais depressa. Ou mais devagar, dependendo da situação, mas a mudança é quase imperceptível.

Tem outros que se atrapalham na hora de mudar, trocam pés pelas mãos, e arranham a caixa de câmbio do carro - e aí todo mundo percebe que o infeliz fez cagada, por causa do barulho.

Eu sempre tive algum problema pra mudar. Não é aquela coisa sutil, onde só se percebe que mudou, mas por outro lado, não chego a fazer nenhum esparro. Na verdade, eu quase paro, por causa do medo de trocar pés pelas mãos. Espero tempo demais pra tomar a próxima ação, e acabo perdendo velocidade. Aí, eu passo pra um nível mais alto, mas nem se percebe. Só dá pra perceber mais tarde quando tenho que diminuir a marcha, por ter escolhido um caminho que me levou pra uma curva brusca.

Mesmo tendo rodado pouco em alguns tipos de estradas, e existindo outros tipos que eu sequer passei, acho que  com essa quilometragem que já tenho eu consigo perceber quando eu estiver numa velocidade boa, numa estrada boa. O que é melhor do que só perceber depois que já se perdeu velocidade, ou quando a estrada fica esburacada.

Eu acredito que engatei uma marcha acima, mas só vou saber mais tarde. De qualquer jeito, já soltei a embreagem, e ainda não ouvi o arranhão.
Acho que é um bom sinal.


Esse fim de semana passado, aproveitei pra juntar umas peças de computador velhas, já que tive que gastar algumas pra consertar o frankenstein.
Daí as outras eu separei, pra ver o que ainda funciona, depois organizei tudo e guardei.

Essa foto foi tirada enquanto eu organizava as coisas por lá.



Todas as coisas, ou pelo menos boa parte delas, tem vários modos de serem vistos.

O lado otimista e hipócrita:
-Nossa, que legal! isso que é cidadania, hein? Parabéns! Isso mostra que tu não tava interessado só em ganhar algo, e que tava trabalhando por vontade mesmo!
Precisamos de mais gente assim!

O lado pessimista e debochado;
-Putz, não acredito! Que otário! Dessa vez tu se superou, hein? Essa era a única coisa boa que tu ia ganhar com esse trabalho inútil, e mesmo assim esqueceu? E nem vai se dar ao trabalho de correr atrás! Só tu mesmo!

O lado niilista:
-Grande bosta. Nada vai mudar, mesmo. Tu vai continuar sendo o mesmo pé rapado de sempre, e se nenhum funcionário embolsar o vale de má fé, ele volta pro TRE e vai ser usado pra qualquer coisa que a gente nunca vai saber. Ou vai ficar guardado numa gaveta até acabar a validade.


Alguns já sabem, mas a lanhouse que eu trabalhava fechou.
Na verdade, eu não trabalhava na lanhouse, e sim usava ela pra trabalhar. Tinha um canto onde eu ficava meio escondido, e lá de vez em quando ajudava a atender alguém.

Bueno, acontece que agora, como quase todo mundo tem internet e computador em casa, o movimento diminuiu, e não deu pra continuar. Ultimamente, quem mais aparecia por lá eram crianças, que iam com R$1,47 e perguntavam 'quanto tempo dá com isso, tio'.

Então, pra poder continuar a tocar a nossa empresa, eu trouxe o micro que usava lá aqui pra minha casa, e botei ele na sala. Agora, eu trabalho em casa.
Se vai ser uma boa, se vai ou não dar certo, saberemos nas cenas dos próximos capítulos.

Pena que daqui não vou conseguir ver muitas coisas como as que aconteciam na lanhouse, mas também não chego mais atrasado, já que são só 2 ou 3 metros de distância do meu quarto até aqui.
E também quando alguém for me entrevistar na rua, e perguntar qual a minha profissão, eu vou dizer que sou 'profissional do lar'.

Aqui vão duas imagens da 'vista' que eu tenho, daqui de onde tou, e... ah, tou mentindo. Eu tive que pegar dois cabos usb pra montar uma extensão, pra alcançar a webcam na janela. Não é qualquer um que pode se dar ao luxo de uma máquina digital...




"Para cada problema na humanidade existe uma solução simples e clara, e esta será sempre a solução errada."

Hoje de tarde me  trouxeram dois micros pra manutenção. Era umas seis da tarde, e acabei de terminar o primeiro.
O problema era que ele reiniciava sozinho quando ligava. Como não é a primeira vez que vejo esse problema, eu fui direto tentar a solução que eu conheço.
Só que, conforme a frase acima, essa era a solução errada.
Depois de horas de pesquisa, de limpar os contatos das peças (vulgo 'passá borrachinha nas placa) e de desinstalar e instalar programas, tive a idéia desesperada de ligar o disco desse computador no meu, e tentar recuperar.

Foi como tirar o problema com a mão.

Agora tem o outro lá. Esse já veio pra mim duas vezes, mas dessa vez vou fazer o serviço completo.

Eu prometi entregar eles amanhã de manhã, mas é claro que não vão vir buscar. No mínimo, lá por segunda feira. Só que isso só vai ser assim porque eu ainda tou aqui acordado. Se eu tivesse ido dormir, e simplesmente falasse que não deu tempo, daí o dono do computador automaticamente teria uma pressa inconcebível e precisaria do computador pra ontem.
É sempre assim.


Acabei de descobrir porque a gente sempre vira as imagens pro lado errado, quando a foto vem deitada.
É que ali nos botões de girar, na esquerda diz 'girar no sentido horário' e na direita, sentido anti-horário.
Só que a gente nem olha isso. Tu vê o botão da esquerda e clica nele, porque quer girar ela pra esquerda. Mas acaba parecendo que aconteceu o contrário...
Na verdade, não tá errada a posição do botão. 'Sentido horário' não quer dizer 'esquerda'. Se for olhar os ponteiros do relógio, dá pra perceber que eles vão sim da esquerda pra direita, mas depois, vão da direita pra esquerda.
É, ficou meio confuso mesmo. Mas se antes de clicar no botão, a gente parar e imaginar um relógio , vai ver que faz sentido.
Ao contrário do que deu à entender, lendo esse texto...


Realmente. Esse é o cúmulo da falta de assunto.


9 dias se passaram desde que botei o meu equipamento no Mercado Livre.
Nesse tempo, tive 123 visitas (tirando algumas minhas mesmo).
Desses visitantes, me ofereceram um violão, um baixo, um mp3 de 1Gb, trocas por outros pedais, e o que me deixou puto mesmo:
ofereceram R$20 pelo amplificador.

R$20?! eu mal compro um fone de ouvido com 20 pilas!


Quem já veio aqui em casa sabe como isso aqui é praticamente uma floresta. Tem árvore por todo lado, e nessa época, tem fruita por todo lado também.
Inclusive pelo chão, já que um dos jornaleiros atira o jornal 'de pedrada' e derruba as ameixas. Tanto que, por isso, o pai decidiu cancelar a assinatura do jornal, porque além do jornal ser uma merda (já posso escrever palavrão nesse horário), o jornaleiro derruba as frutas, quando não deixa o jornal em cima do telhado do portão. Ontem, dia 16 (eu considero um dia novo a partir do horário, e não depois de ter dormido, como todo bom chato deve fazer (Guia dos chatos, Pg.130)), é pra ser o último dia em que receberemos o jornal.

Outro problema que temos aqui é com formigas. Muitas formigas, que vem almoçar as plantas. Já tentamos até soda cáustica contra elas, mas sempre voltam.

Pois não é que hoje saiu no jornal uma matéria ensinando como matar formigas? NUNCA sai nada de interessante naquela droga, e justo hoje, no último dia, sai algo interessante. E útil.

E pra provar que a solução do problema muda o problema, hoje as formigas não apareceram. Elas vão esperar até alguém botar fora o jornal pra reaparecerem.
Formigas são espertas.


Hoje a faxineira me chamou, dizendo 'tu nem sabe o que aconteceu. Eu tava lavando o banheiro, aquele ali de fora, e joguei um balde de água. Só que eu tinha esquecido o pano de limpar o chão dentro do balde, e quando eu vi, já tinha ido e não consegui tirar'.
Ok, sem problema, essas coisas acontecem. Principalmente aqui em casa, onde refizemos o encanamento de metade da casa pra descobrir que o vazamento tava na metade que não trocamos.
Daí lá fui eu com um aramezinho, tentar puxar o pano de dentro do vaso. Mas é claro que não deu certo, porque o pano desceu mais e provavelmente trancou no cano.

Um pouco mais tarde, enquanto tava viajando na maionese e fingindo que tomava banho, comecei a pensar nisso. Pensei no aramezinho que usei pra tentativa de resgate, e comecei a pensar em outras coisas que já fiz com arames ou fios, como da vez em que enrolei todo o cabo de força do videocassete em volta das pernas da mesinha pra não ficar solto, ou da vez em que virei o meu computador de cabeça pra baixo pros cabos alcançarem, e do jeito que eu fiz um aterramento no meu quarto pra ligar uma tomada de 3 plugues e não levar mais choques.

Comecei a pensar em algumas coisas que fiz mais recentemente, no meu trabalho atual, e me dei conta de que muito do que eu faço é improviso. Ou seja, enjambração.

Daí, tive uma idéia de nome pro site que faz um ano que tou pensando em fazer: Enjambração.
Dei uma olhada e vi que o domínio tá disponível, então assim que eu conseguir me organizar e montar algo, vou começar um site novo.
E essa vai ser a minha resolução de ano novo pra 2010.


Frequentemente (sem trema, agora) quando eu tou andando poraí, eu vejo erros de ortografia nas placas, faixas, etc.
Também vejo isso em sites, e algumas vezes isso irrita.

Só que isso é ruim, já que além de ser chato ficar corrigindo (sem ser correto o bastante pra isso), nem sempre tá errado, como no caso do Jalapão.
Eu vi esse anúncio ontem, no meu e-mail, e cliquei só porque sou chato demais pra ver se tava errado, e no fim tava certo.


Semana passada eu peguei um encaminhamento pra fazer um exame. No encaminhamento, diz que preciso fazer um jejum de 10 horas.

Fiquei pensando nessa palavra.

Jejum.

Pra mim parece uma palavra meio genérica que poderia significar qualquer outra coisa.

Daí eu fiquei pensando que tem um monte de palavras que são meio genéricas e que poderiam significar qualquer coisa. Sabão, por exemplo. Sabão só nos lembra que é algo de limpeza porque a  gente tá acostumado com essa idéia, senão poderia ser qualquer outra coisa. Sem contar que poderia ser algo que fosse mais fácil de saber como se escreve o plural, já que ninguém sabe se é 'sabãos' ou 'sabões' - ou seja, se segue a mesma regra de 'pão - pães' ou 'mão - mãos'. E eu aposto que nem os fabricantes de sabão sabem ao certo, já que escrevem 'contém 4 unidades' ao invés de 'contém 4 sabões' - sem contar os de sabão em pó, que dão à entender que na caixa tem apenas um sabão que foi ralado até virar pó, quando na verdade todo mundo sabe que são vários sabãos.


-Alõ?

-Alô, bom dia?

-Bom dia.

-É... eu.. eu vi o anúncio de vocês, num poste, e...

-Que anúncio?

-É... tava em um poste, ali na...

-O que dizia no anúncio?

-Dizia 'Lave seu sofá', e tinha esse telefone embaixo. Desculpa, eu..

-Não, tudo bem. Em que posso lhe ajudar?

-Então, eu...

-Seu sofá está sujo?

-Sim.

-E tu ligou por isso?

-É.. eu...

-Ele está muito sujo?

-Não, não.. até que não

-Que tipo de sujeira tem nele?

-Como assim?

-Que tipo de sujeira, ora. Não tá sujo? então tem que estar sujo de alguma coisa.

-Ah, isso. Bem, tem umas manchas de.. acho que é molho, e...

-Que mais?

-Isso é necessário?

-Cara. Tu ligou aqui, e disse que o teu sofá tava sujo. Eu preciso saber que tipo de sujeira tem nele. Se não quiser falar, pode desligar.

-Tá bom, tá bom. Tem mancha de molho, de poeira, tem pelo de cachorro e..

-Pelo de cachorro? Tu deixa teu cachorro dormir no sofá?

-É, deixar a gente não deixa, né? mas ele sempre deita mesmo assim..

-Só isso?

-É acho que é só. Sai muito caro?

-Caro pra quê?

-Como assim, caro pra quê? Vocês não lavam sofá?

-Claro que não, tá pensando o que? que eu vou ir na tua casa lavar teu sofá imundo, cheio de pelo de cachorro? Tá doido, é?

-Mas e o cartaz no poste?

-Que é que tem?

-Não quer dizer que vocês lavam sofá?

-Claro que não! No cartaz diz 'Lave seu sofá'. Não tá dizendo que vou lavar o sofá de ninguém. Além de relaxado, ainda é preguiçoso, é?


O problema não é a tecnologia em si. Muito menos os meus problemas de comunicação.

O problema é o telefone. Qualquer um deles.

Em primeiro lugar, o telefone sempre fura a fila. Ás vezes a gente tá na fila pra ser atendido, e pode estar a maior fila do mundo, se o telefone tocar, a atendente sempre atende o telefone. E ás vezes é pra fazer exatamente a mesma coisa que a gente que tá na fila quer fazer. É claro que eu não sou tão chato a ponto de sugerir que, quando alguém telefonar, a atendente diga 'espera um pouquinho que tem 52 pessoas na sua frente', ou que, já que a pessoa que ligou não pode estar fisicamente na fila, se coloque um boneco segurando um papel com o telefone. Mas eu acho que ela não devia nem atender o tal do telefone. Só que as pessoas tem uma curiosidade enorme de saber quem está ligando, mesmo com essa história toda de modernidade e identificadores de chamada.

Em segundo lugar, ninguém nunca desliga o telefone celular no cinema, em palestra, em lugar nenhum. E sempre no começo de algo assim, alguém pede encarecidamente que todos desliguem os celulares. Mas é apagar a luz e lá vem um tocando. Acho que as pessoas não conhecem mais Murphy.

E no ônibus? eu não sei se é pelo fato do celular estar em movimento, ou se é por que quem usa celular em ônibus certamente tem um aparelho ferrado e pré-pago e por isso a ligação é um lixo, mas eu sei que é sempre um lixo. Fica sempre naquela mesma repetição: 'Alô? oi? não, tô no ônibus. No ônibus! Não, tô indo pra casa! Quem? Não, tô no ônibus! Tá! Quê? Tô indo pra casa!'. E algo que era pra ser dito em dez segundos, acaba ocupando 5 minutos. E é sempre a mesma coisa: Quem atende telefone no ônibus sempre tá indo pra casa.

Sem contar que atender o telefone no ônibus significa gritar. Obrigatoriamente.

Tem também aquelas pessoas que ouvem 'música' no celular. E sempre sem fone de ouvido. De que adianta gastar 500 reais num aparelho, e depois não ter 1,99 pra comprar um fone?

Agora, a coisa mais odiosa do mundo é o tal do nextel. Eu sei que, na verdade, aquilo é um rádio e não um telefone, mas acho que isso torna mais irritante ainda. Sempre que eu vejo alguém falando em nextel, lembro daqueles adolescentes que não tinham grana pra colocar créditos no celular, e falavam 'de três segundos', já que existia uma lenda de que a ligação só era cobrada a partir de três segundos, algo assim. Aí, o mesmo tempo que eles levavam pra avisar alguém de que iam pra casa, era o tempo que levavam pra chegar de fato em casa.


Supõe-se um monte de coisas.

Supõe-se que todo mundo tenha tv em casa, por exemplo. Aí perguntam 'ué, mas passou na tv, vocês não viram?'.

Também supõe-se que a gente precise do papelzinho azul que sai da maquininha de cartão.  A gente sempre espera eles destacarem, mas depois fica perdido no fundo da carteira, ou no bolso, e depois de duas semanas joga fora porque aquilo não serve mais pra nada, não que antes tivesse servido.

Ainda há outros casos, como aquele vendedor que não fala nada e só fica batendo um troço. Supõe-se que todo mundo sabe o que ele tá vendendo, mas e quem nunca comprou nada dele, como vai saber? Aliás, como se vai saber que ele é um vendedor, e não só um cara que não tem o que fazer e fica incomodando os outros com aquele barulho chato? Tudo culpa das suposições.

E também, supõe-se que todo mundo consegue abrir embalagens sachê de catchup e mostarda. Por isso ninguém nem se preocupa de olhar se o serrilhado da embalagem tá no lugar certo, ou ao menos se o tal existe, afinal, supõe-se que todo mundo consegue abrir aquilo.
Mas às vezes as suposições são legais. Por exemplo, quando eu digo que perdi a minha carteira de motorista porque estava correndo, supõe-se que eu estava dirigindo em alta velocidade, fui pego e apreenderam a minha carteira, quando na verdade, eu estava correndo a pé pra não perder o ônibus e perdi a carteira quando a mochila,que eu supunha que estava fechada, se abriu e a carteira caiu, junto com um livro, e eu, supondo que apenas tinha caído o livro, não procurei por ela na hora.

Só que isso não vem ao caso, agora.


Gorduras Trans:

Gordura trans age como a gordura saturada ao elevar o nível da lipoproteína (concentração endoplasmática) de baixa densidade no sangue (LDL ou "colesterol ruim"), isso faz com que os níveis de absorção da proteína de alta densidade HDL e o colesterol sejam pasteurizados, sendo que esta é responsável pela remoção de LDL do sangue. Isso aumenta as chances do aparecimento de um ateroma, isto é, a placa de gordura no interior de veias e artérias, que pode causar infarto ou derrame cerebral.

Está associada também à obesidade, visto que é utilizada em larga escala em quase todos os alimentos. Sabe-se pouco sobre como a gordura trans é incorporada no tecido cerebral do feto e membranas celulares. Resumindo, esse tipo de gordura causa o aumento do colesterol.

Glúten:

As pessoas portadoras de doença celíaca têm uma hipersensibilidade ao glúten. Nestas pessoas o glúten provoca danos na mucosa do intestino delgado, impedindo uma digestão normal. Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar com normalidade. Outra manifestação de intolerância é a presença de lesões na pele chamada dermatite herpetiforme.

Os autistas podem ser sensíveis ao glúten e à caseína (uma proteína presente no leite). Ambas as substâncias parecem ter um efeito opiáceo nestes indivíduos.

Foi comprovado que quando ingerido em excesso, o glúten causa diminuição da produção da serotonina, o que leva a um quadro de depressão.

Açúcar Invertido:

O açúcar invertido é um ingrediente utilizado pela indústria alimentícia e consiste em um xarope quimicamente produzido a partir do açúcar comum, a sacarose. É usado principalmente na fabricação de balas, doces e sorvetes, para evitar que o açúcar cristalize e dê ao produto final uma desagradável consistência arenosa.

Além de conferir textura adequada aos produtos em que é utilizado como matéria prima, o açúcar invertido também auxilia na formação de cor e de aroma, através da chamada Reação de Maillard ou escurecimento não enzimático.

A inversão do açúcar provoca a quebra da sacarose em dois açúcares que formam a sua molécula: glicose e frutose. A fórmula da reação química é a seguinte:

O termo invertido decorre de uma característica física da sacarose, que se altera durante o processo de hidrólise: originalmente, um raio de luz polarizada que incide sobre a sacarose é desviado para a direita, ou seja, a sacarose é uma molécula dextrógira (D, +). Após o processamento de inversão, a glicose (D, +) e a frutose (L, -) resultantes têm a propriedade conjunta de desviarem a luz para a esquerda; ou seja, o açúcar invertido é levógiro.

(eu sempre achei que açúcar invertido fosse sal...)